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Saúde

Contracepção de emergência: como funciona e por que a rapidez importa

H Pavel Volkov · howtolive.guide ·

Há três opções: DIU de cobre, pílula de ulipristal e pílula de levonorgestrel. Quanto antes, melhor. As pílulas adiam a ovulação e não interrompem uma gravidez: não são abortivas; depois da ovulação já não agem. O DIU de cobre é a mais eficaz.

Quando procurar um médico

Imediatamente: após violência sexual, ligue para o número local de emergência se estiver em perigo; a contracepção de emergência e a profilaxia do HIV (nas primeiras 72 horas, quanto antes melhor) dependem de horas. Também imediatamente: dor forte e repentina no baixo ventre, tontura ou desmaio após a pílula ou com atraso menstrual (possível gravidez ectópica). No mesmo dia: dor de um lado do baixo ventre com sangramento leve, mesmo com teste precoce negativo.

O que fazer

  • O DIU de cobre e o ulipristal servem por até cinco dias; o levonorgestrel tem prazo menor: veja a bula.
  • Tome conforme a bula da sua embalagem; se vomitar pouco depois, pergunte na farmácia.
  • Depois você ainda precisa de contracepção e de camisinha até o novo método agir.
  • Rifampicina, certos antiepilépticos ou erva-de-são-joão: prefira o DIU de cobre.
  • Teste de gravidez se a menstruação atrasar mais de uma semana. Veja métodos contraceptivos e testes de IST.

Fontes

Verificado: 24 de setembro de 2026

A ideia
A contracepção de emergência não é pílula abortiva e funciona melhor quanto antes for usada; o DIU de cobre é a opção mais confiável. Procure a farmácia ou uma clínica o quanto antes e busque ajuda urgente se houver dor abdominal forte.

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