Fracasso no trabalho é dado, não veredito
Tratar fracassos profissionais como dados em vez de vereditos pessoais permite aprender mais rápido e se recuperar com mais força.
Tratar fracassos profissionais como dados em vez de vereditos pessoais permite aprender mais rápido e se recuperar com mais força.
O excesso de trabalho crônico não é medalha de honra -- é um sinal de que seus limites precisam ser reconstruídos antes que algo quebre.
O que está ausente muitas vezes revela mais do que o que está presente.
Anotar previsões revela onde sua intuição é calibrada e onde não é.
Para entender comportamento, olhe os incentivos, não os valores declarados — pessoas respondem ao que são recompensadas.
Entenda o propósito de uma regra antes de decidir que ela é desnecessária.
A primeira resposta geralmente é um sintoma — a causa real está mais fundo.
Detectar vieses alheios é fácil; enxergar os próprios exige uma habilidade fundamentalmente diferente.
Os sinais de alerta em uma vaga são tão informativos quanto os pontos positivos -- aprenda a ler ambos.
Verifique regularmente se sua lealdade à empresa é mútua — devoção unilateral silenciosamente se torna autodano.
O conselho que você daria a um amigo na sua situação provavelmente é o conselho certo para você.
Culpamos o caráter dos outros mas justificamos o nosso por circunstâncias — a situação geralmente importa mais.
Avalie um conselho pelo quanto o conselheiro perde se estiver errado.
Dividir a diferença não é o mesmo que encontrar a verdade.
Essa única frase previne mais arrependimentos com compromissos do que qualquer outra.
Saber o que evitar é tão poderoso quanto saber o que fazer — anote os hábitos que consistentemente desperdiçam seu tempo.
Gaste 30 minutos por semana revisando o que funcionou e o que não — esse hábito simples é a diferença entre flutuar e conduzir.
Você acha que sabe para onde vai seu tempo, mas rastreá-lo por uma semana revela uma realidade bem diferente.