Troque "O que há de errado comigo?" por "O que está acontecendo aqui?"
«O que há de errado comigo?» soa como autorreflexão, mas funciona como um autoataque. Parte do pressuposto de que você está quebrado — e então vai atrás de evidências para confirmar isso. «O que está acontecendo aqui?» é curiosidade em vez de veredicto. Abre uma investigação em vez de desencadear vergonha. A situação é a mesma nos dois casos. Mas uma pergunta te deixa menor, e a outra te dá informações que você pode realmente usar.
A ideia
Trocar o autoataque pela curiosidade abre a compreensão em vez da vergonha.
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