O mito de se encontrar a si mesmo
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«Encontrar-se a si mesmo» implica que existe uma versão fixa e completa de si escondida algures, à espera de ser desenterrada como um artefacto arqueológico. Mas não há um eu enterrado. Não é uma coisa a descobrir — é um processo contínuo. É moldado por cada escolha, cada relação, cada fracasso, cada tarde tranquila.
A pergunta mais útil não é «Quem sou eu?» mas «Em quem me estou a tornar?» Essa mudança transforma a identidade de uma caça ao tesouro numa prática activa e diária. Não se encontra a si mesmo. Constrói-se, dia após dia, através daquilo que escolhe valorizar.
A ideia
Não existe um eu fixo e escondido a descobrir — é um processo contínuo moldado pelo que escolhe fazer e valorizar.
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