A máscara que usa para os outros acaba por se tornar o seu rosto
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Todos representam uma versão de si mesmos para o mundo. É normal e por vezes necessário. Mas se passa anos a fingir ser alguém que não é — alegre quando está a esgotar-se, amável quando está furioso, confiante quando está aterrorizado — a actuação acaba por endurecer em identidade. Esquece o que era a máscara e o que era o rosto.
O risco não é que as pessoas não gostem do verdadeiro você. O risco é que você já não reconheça o verdadeiro você. A honestidade periódica consigo mesmo sobre quem realmente é não é autoindulgência — é manutenção.
A ideia
Representar um falso eu durante tempo demais não só engana os outros — faz com que perca de vista quem realmente é.
Experiência viva
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